Nas ruas de Bangkok, há uma adição notável de máquinas automáticas de venda automática de bebidas com grandes displays chamados "Tao Bin". As pessoas podem selecionar as bebidas desejadas na tela, fazer o pagamento por meio de seus smartphones e recuperar a bebida do fundo em aproximadamente 80 segundos. No final de maio, cerca de 6.000 máquinas de venda automática "Tao Bin" foram instaladas em todo o país na Tailândia, vendendo até 200.000 xícaras por dia.
O que torna essas máquinas de venda automática populares é a variedade de bebidas oferecidas a preços acessíveis. O menu inclui 25 tipos de café, 20 tipos de chá e uma única máquina pode vender até 170 bebidas diferentes. Os preços são menos da metade daqueles em cafeterias regulares, e os níveis de doçura podem ser ajustados com base nas preferências do cliente. Um visitante americano pela primeira vez exclamou: "É revelador".
Na China, há uma presença crescente de máquinas de venda automática inteligentes em lugares como estações. As pessoas podem fazer pagamentos usando programas como Alipay e WeChat, e algumas máquinas até suportam pagamentos de reconhecimento facial. Além de bebidas, os produtos vendidos incluem brinquedos e caixas de mistério.
De acordo com a empresa de pesquisa Euromonitor International, nos cinco anos anteriores a 2022, as vendas de máquinas de venda automática aumentaram 70% na Malásia, 40% na China e cerca de 10% em Cingapura e na Tailândia.
Em contraste, as máquinas de venda automática em países desenvolvidos são modelos predominantemente tradicionais que só aceitam dinheiro, e sua popularidade está diminuindo. De acordo com as estatísticas, de 2017 a 2022, o tamanho do mercado das máquinas de venda automática tradicionais diminuiu 14% no Japão, 17% nos Estados Unidos e diminuiu gradualmente na Alemanha, França, e outros países europeus.
Isso se deve em parte à segurança pública relativamente boa na Ásia, com menos incidentes de roubo e vandalismo. No "Índice de Lei e Ordem" global da Gallup, o Leste Asiático marcou 94 pontos, e o Sudeste Asiático marcou 86 pontos, tanto a mais que a Europa e a América.
A China, como grande produtora de máquinas de venda automática inteligentes na Ásia, ofuscou o Japão, muitas vezes referido como a "Nação da Máquina de Venda Automática".
Kenichi Shimomura, especialista da Roland Berger International Management Consulting, destacou que as máquinas de venda automática inteligentes, por meio de pequenos investimentos, podem compreender o comportamento do consumidor e as intenções de compra em várias regiões, tornando-os ativos valiosos para o setor de varejo.
